Author Archives: Vinicius

Nota a um professor desconhecido

Prezado professor, Não sei quem foste, mas sei que morreste. Sei que morreste porque comprei os teus livros. Não todos, porque eram muitos. Mas o suficiente para que, ao menos, esta nota saísse.  Teus livros estavam dispostos às centenas, todos … Continue lendo

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De volta ao país do Carnaval (passando por um “festival” de Jazz)

Não vou discorrer aqui sobre as maravilhas do Carnaval brasileiro, até porque, se delas fosse falar, teria de obrigatoriamente volver ao passado, momento em que eu, jovem, ainda descortinava prazeres –  mundanos, é bem verdade – em apreciar glúteos e … Continue lendo

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“Joga moleque” ou “Joga, moleque!”?

Não tenho muita coisa contra a publicidade, o que é, naturalmente, um eufemismo para dizer que, de fato, tenho muita. Política, geográfica e historicamente, talvez tivesse menos, caso não vivesse, como vivo, no Brasil. Como sabemos, o país do futebol … Continue lendo

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Um trecho de Crime e Castigo 

Abstenho-me de comentar o trecho abaixo. Apenas grifo. “[…] segundo eles, todos os crimes se devem ao ambiente deletério, e nada mais. Magnífica frase! De onde se deduz, diretamente, que, se a sociedade estivesse normalmente constituída, então acabariam imediatamente todos … Continue lendo

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Translating Melville / Traduzindo Melville

See below my translation into Portuguese for the dedication of the novel “Pierre, or the ambiguities”. Abaixo, minha tradução para a dedicatória do romance “Pierre,  or the ambiguities”. TO Greylock’s Most Excellent Majesty. Para Greylock  e a sua mais excelente … Continue lendo

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Arrombamento [miniconto]

Sentada à bateria, a menina executa os rudimentos de Gene Krupa. É a sua primeira manhã no apartamento. As paredes estão forradas com caixas-de-ovo: isolamento acústico. Na Imobiliária Jerusalém, à mesa de madeira escurecida, Edmilson bate feito um primata nas … Continue lendo

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O que é tragédia?

Tragédia no vocabulário popular é sinônimo de desastre, de catástrofe. Daí um certo intelectual deste país haver dito, certa feita, em um desses congressos acadêmicos, que um exemplo de situação trágica seria aquela que viveram os marinheiros russos de um submarino … Continue lendo

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Anaximandro

  Αναξίμανδρος – De onde provém a torrente sempre renovada do devir? Esta a pergunta fundamental de Anaximandro, cujo nome temos em grego aí na abertura do texto –  esta a pergunta que sempre me faço e que já transformei em uma afirmação antropocêntrica: … Continue lendo

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Sobre o excesso

Quem bebe vinho e o traz em seu sangue e nome, sabe que o poder da embriaguez é o de trocar, no mínimo, o mundo da certeza pelo da incerteza. E isso é bom. Um certo senhor alemão, falecido em … Continue lendo

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Mau negócio (miniconto)

Depois de acordar mais cedo que os empregados da casa, um empresário, sentado na privada de louça inglesa de seu banheiro de quarenta metros quadrados, lê o jornal do dia. No caderno de economia, descobre que o fundo de ações … Continue lendo

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Cimento (poema fúnebre n.º 2)

  Cimento Cimento fresco que respinga e bate no branco da parede do futuro túmulo de minha mãe. Cimento seco que gruda e endurece à volta da lápide do agora leito de meu pai. Cimento eterno da pá do coveiro, … Continue lendo

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Cinismo moderno

“A velha social-democracia anunciara o slogan ‘saber é poder’ como judiciosa receita prática. Pretendia-se afirmar que uma pessoa devia aprender qualquer coisa como deve ser, para, mais tarde, vir a melhorar sua situação. O dito era ditado por uma fé … Continue lendo

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Destroços (conto)

Uma porta se abre e uma corrente de ar varre a sala. O fogo na lareira oscila. A umidade escorre pelas paredes da casa. Folhas de jornais abertas pelo chão cobrem o caminho por onde todos passam, na sala, no … Continue lendo

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A justiça como eqüidade, segundo John Rawls

Segue, abaixo, fábula que ilustra, da maneira mais didática possível, o argumento favorável à justiça como eqüidade. O trecho (que modifiquei aqui para efeito ultra-pedagógico) foi retirado do livro “Uma teoria da Justiça, de John Rawls”, e é de autoria … Continue lendo

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O velho vendedor de maçãs (tradução de “The old apple-dealer”, de Nathaniel Hawthorne)

Abaixo, minha tradução para as primeiras linhas de “The old apple-dealer”, de Hawthorne (Tales and Sketches, The Library of America, 1982).  A intenção foi manter o tom oitocentista. THE OLD APPLE-DEALER The lover of the moral picturesque may sometimes find what … Continue lendo

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Sobre o trabalho do tradutor

Chega-me às mãos mais um livro que traduzi, desta feita uma fonte secundária dedicada a Rawls. O livro em si não me interessa como motivo do que escrevo agora – interessa-me apenas como ponto de partida sobre o trabalho do … Continue lendo

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O gênio da música ataca em Copacabana (Hermeto Pascoal – sala Baden Powell, 3/11/2012)

Estive ontem à noite (3/11/2012) na sala Baden Powell, em Copacabana, onde assisti a uma apresentação de Hermeto Pascoal e seu grupo. Não é a primeira vez que assisto ao músico alagoano. Portanto, sei que seus shows trazem surpresas. Para … Continue lendo

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Um conto

Abaixo, um mini-conto meu, publicado em 1998. Atentem para os bruscos cortes temporais da narrativa, aliados à troca constante de foco narrativo.  O velho Seis horas da manhã. O velho coloca a sexta bala no tambor do revólver prata. Os … Continue lendo

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Contribuição da literatura à argumentação jurídica – resenha concisa

Abaixo, resenha concisa que fiz do subcapítulo Direito e retórica – Contribuição da literatura à argumentação jurídica e ao equacionamento da questão do bem-comum, de autoria do jurista e professor Plauto Faraco de Azevedo. In: Azevedo, Plauto Faraco de. Aplicação do Direito … Continue lendo

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Alguém ainda estuda Roman Ingarden?

Por motivos de força maior, estive ausente em agosto. Por isso, este texto vai com data retroativa, para cumprir a agenda do mês passado. Trata-se de parte de um trabalho cuja proposta era usar Ingarden para analisar poesia. Esqueci-me de … Continue lendo

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Introdução sintética à tese inicial de A ética protestante e o “espírito” do capitalismo 

O caráter peculiar (e direto) desta introdução requer, inicialmente, a análise do seguinte trecho do famoso texto de Weber: “Resta, isso sim, o fato de que os protestantes […], seja como camada dominante ou dominada, seja como maioria ou minoria, … Continue lendo

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Foucault: Vigiar e punir – Resenha para preguiçosos

É preciso retomar, aqui, um pouco das razões de Foucault em seu livro mais pop, “Vigiar e punir”. Como este espaço não se presta a elaborações extensas, atenho-me, como de costume, a uma parte do livro apenas. Optei pelo início, isto é, … Continue lendo

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Literatura e engajamento – Sartre

Abaixo, um pequeno resumo informal, que fiz ao final da década de 199o, do que Sartre dizia na primeira parte de seu livro “Que é a literatura?”. Nessa época (década de 1940), ainda se falava em literatura e engajamento…  I … Continue lendo

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A geografia do centro do Rio de Janeiro, com o auxílio de Machado de Assis

“[…] Era a primeira vez que as duas irmãs iam ao morro do Castelo. […] Natividade ia pensando na cabocla do Castelo. […] Não deu pela Praia de Santa Luzia […]” (Esaú e Jacó, Capítulos 1 e 4) Já pensou o … Continue lendo

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Sobre a arte de não escrever

Já disse, alhures, aqui mesmo, neste site, que, hoje em dia, há mais escritores do que leitores. (A presença das vírgulas no período acima visa a fazer com que o leitor leia o texto lentamente. A ausência de vírgulas no … Continue lendo

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Diários da descoberta da América – resenha para preguiçosos

Esta é uma resenha que escrevi há uma dúzia de anos, para não reler os Diários integralmente. Alunos brasileiros, algo me diz, farão bom uso dela para não ler o livro. Macunaíma vive. O texto dos Diários da descoberta da … Continue lendo

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Sobre homens e orangotangos, à luz de Ortega y Gasset

Em algum momento do século passado, no entre-guerras, o filósofo espanhol José Ortega y Gasset escrevia (em “A rebelião das massas”), com aquela fluência prosaica que lhe era inerente, sobre a ascensão do homem médio, do homem mediano, do homem-massa, … Continue lendo

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A tarefa do leitor de Herman Melville

Em véspera de novo ano, mais um pouco do velho Herman Melville ao leitor brasileiro… Talvez seja possível dizer que em The Piazza Tales, o escritor nova-iorquino Herman Melville obstaculiza ao máximo o chamado prazer estético, guardando-o para momentos muito … Continue lendo

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Madame Bovary, O Primo Basílio e Dom Casmurro – vai encarar?

Lembro-me de ter lido, faz cerca de dez anos, o ensaio de Silviano Santiago intitulado “Eça, autor de Madame Bovary”. O texto do crítico mineiro tem já seus 35 anos, mas ainda sobrevive nos cursos de Literatura Comparada, tenho certeza. … Continue lendo

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Swift – As viagens de Gulliver (para adultos)

Em um dos clássicos da literatura de língua inglesa, Jonathan Swift escreve sobre um certo Lemuel Gulliver. “Sobre” não seria a preposição adequada, uma vez que a obra é escrita em primeira pessoa. Portanto, Swift não escreve sobre Gulliver, mas … Continue lendo

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O futebol conta uma história

Não creio haver nada de original em dizer que o jogo de futebol, de certa maneira, assemelha-se a uma narrativa. Nele, uma história é contada a partir de um ponto zero, ou melhor, de um zero a zero, estado inicial … Continue lendo

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Merquior: breve nota de leitura acerca de uma passagem de Foucault

Leio no segundo capítulo do livro de Merquior sobre Foucault, intitulado justamente “Foucault” (livro escrito originalmente em inglês e traduzido para o português como “Foucault – ou o niilismo de cátedra”), a seguinte citação, retirada de “Histoire de la folie … Continue lendo

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Escrito a partir de “Noite com os gênios do estudo e do amor”, de Pedro Américo

Quando a noite chega, ao homem, depois da labuta, restam muitas vezes dois caminhos apenas, ambos prazerosos. É claro que a escolha de um ou de outro depende não só dele, mas do mundo à volta e dos empecilhos por … Continue lendo

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O conhecimento, segundo Nietzsche

Abandonei a leitura de Nietzsche há algum tempo, para descansar. No Brasil, recomendo as traduções de Paulo César de Souza (Companhia das Letras). Abaixo, um trecho que escrevi sobre o autor alemão, para uma certa tese. Talvez sirva a alguém como … Continue lendo

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“Bartleby, o escriturário”, de Herman Melville: crítica, resumo, encenação brasileira

Estive ontem na Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema, para assistir à encenação de Bartleby, o escriturário, de Herman Melville [Direção: João Batista; Cenografia: Doris Rollemberg; Elenco: Gustavo Falcão (Bartleby), Duda Mamberti (Advogado-narrador), Cláudio Gabriel (Turkey), Eduardo Rieche (Nippers), … Continue lendo

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Vilém Flusser, “Fenomenologia do Brasileiro”: resenha rápida de uma leitura lenta

A noção de “repertório de ignorâncias”, que não sei a quem pertence, lembrando-me apenas de tê-la ouvido pela primeira vez na voz de um professor irônico, deve aplicar-se a todos nós, humanos. Na realidade proposta neste mini-ensaio, título com o … Continue lendo

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Cinco notas-resumo sobre “A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica”, de Walter Benjamin

  As notas-resumo abaixo são registros pessoais relativos à parte inicial do famoso texto de Benjamin. Espero que as diretrizes aqui delineadas sirvam como introdução ao texto e como estímulo a alunos preguiçosos que repetitivamente buscam na Internet “resumos” de … Continue lendo

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Adeus a “Cerromaior”, de Manuel da Fonseca

Abaixo, as primeiras páginas de um ensaio mais longo sobre o romance “Cerromaior”, de Manuel da Fonseca. O livro é de 1943, o ensaio, de 1999. São coisas velhas, portanto. Publico-o, em grande parte, como divertimento pessoal. Eu era outro, … Continue lendo

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O sintético caráter de Graciliano Ramos em “Memórias do Cárcere”

Uma leitura tardia – atrasada, portanto – que decidi fazer foi a de “Memórias do Cárcere”, de Graciliano Ramos. É lugar-comum considerar o autor alagoano mestre. Os períodos curtos, a concisão são características suas, sempre almejadas. Graciliano é o escritor … Continue lendo

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Breve nota sobre “A teoria do romance”, de Lukács

    Em época de Natal, lembrança de um tempo de perfeição… A teoria do romance 1. Culturas fechadas  Nesta primeira parte de A teoria do romance, Lukács faz uso de uma linguagem um tanto quanto intrincada, às vezes lírica, para explicar … Continue lendo

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Wolfgang Iser – O processo da leitura

Esta tradução tem dez anos, e, como já não sei mais onde está o original (um dia o acho em meio a meus arquivos), publico-a sem dar garantia de acerto ou de extremo capricho na revisão. Trata-se, na verdade, de … Continue lendo

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/poema

  Noite de finados Noite longa. Um sonho demorado com dois que se foram. Sonho falso, e é só. Estou só: foram-se.   Poema de finados, escrito em memória de meus pais. A foto é uma composição feita com imagens de sósias de … Continue lendo

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De volta às “Memórias do Coronel Falcão”

  Prezados leitores: apresento uma resenha já antiga, escrita na década de 1990, sobre livro mais antigo ainda. Antes que a gaveta a engolisse, retoquei-a, para publicação curta, como esta. É claro que cortei algumas coisas e retirei algumas ingenuidades. … Continue lendo

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Ainda se estuda “A estrutura do texto artístico”, de Iuri Lotman?

  Abaixo, uma anotação que fiz, ao final do século passado, sobre um capítulo de livro do já esquecido – creio eu – Iuri Lotman. Em tempo: espero terminar a análise do poema de Drummond, começada no mês passado e ainda incompleta. … Continue lendo

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“ ‘A máquina do mundo’ de Drummond” rediviva

Escrevo também para incautos. Por isso, alerto: o que está entre aspas simples, acima, é título de um poema. O que está entre aspas duplas é título de um ensaio de Merquior. O adjetivo que acrescento ao título do ensaio … Continue lendo

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Longe do panóptico

O panóptico (essa maravilha [o itálico marca ironia] concebida por Bentham, e esmiuçada nas páginas de um dos livros de Foucault mais lidos no Brasil, por conta de um certo filme) – anunciam-me alguns teóricos – não é só o … Continue lendo

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Saudade da terra

Saudade do útero da mãe terra, da mãe terra escura, negra e úmida que um dia me abrigou no mais recôndito dos silêncios, em isolamento de tudo e de todos, principalmente de todos, removido para sempre da vida comezinha do … Continue lendo

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Poema invertido

  O boi rumo à pastagem (verde e tenra) é como a casa que espera o homem que já chega:   Portas fechadas a esconder conforto e calor, Carne que se locomove – a antever prazer (e dor).  . Sossego … Continue lendo

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Pero Vaz de Caminha & Hans Staden: anotações de gaveta

Para não deixar em branco o mês de abril, mês brasileiro por excelência, uma anotação de gaveta: A carta, de Pero Vaz de Caminha &  A verdadeira história dos selvagens, nus e ferozes devoradores de homens, de Hans Staden  Os dois … Continue lendo

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Literatura e filosofia: prolegômenos [Parte 2]

Dando continuidade à apresentação do capítulo inicial de minha tese (ver a postagem do mês de novembro, neste site), apresento o subcapítulo em que trato da distinção entre o escritor de ficção e o filósofo. Para tanto, talvez inusitadamente, Heidegger e … Continue lendo

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