Arquivo da categoria: Poesia

Cimento (poema fúnebre n.º 2)

  Cimento Cimento fresco que respinga e bate no branco da parede do futuro túmulo de minha mãe. Cimento seco que gruda e endurece à volta da lápide do agora leito de meu pai. Cimento eterno da pá do coveiro, … Continuar lendo

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Alguém ainda estuda Roman Ingarden?

Por motivos de força maior, estive ausente em agosto. Por isso, este texto vai com data retroativa, para cumprir a agenda do mês passado. Trata-se de parte de um trabalho cuja proposta era usar Ingarden para analisar poesia. Esqueci-me de … Continuar lendo

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/poema

  Noite de finados Noite longa. Um sonho demorado com dois que se foram. Sonho falso, e é só. Estou só: foram-se.   Poema de finados, escrito em memória de meus pais. A foto é uma composição feita com imagens de sósias de … Continuar lendo

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Ainda se estuda “A estrutura do texto artístico”, de Iuri Lotman?

  Abaixo, uma anotação que fiz, ao final do século passado, sobre um capítulo de livro do já esquecido – creio eu – Iuri Lotman. Em tempo: espero terminar a análise do poema de Drummond, começada no mês passado e ainda incompleta. … Continuar lendo

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“ ‘A máquina do mundo’ de Drummond” rediviva

Escrevo também para incautos. Por isso, alerto: o que está entre aspas simples, acima, é título de um poema. O que está entre aspas duplas é título de um ensaio de Merquior. O adjetivo que acrescento ao título do ensaio … Continuar lendo

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Poema invertido

  O boi rumo à pastagem (verde e tenra) é como a casa que espera o homem que já chega:   Portas fechadas a esconder conforto e calor, Carne que se locomove – a antever prazer (e dor).  . Sossego … Continuar lendo

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Literatura e filosofia: prolegômenos [Parte 2]

Dando continuidade à apresentação do capítulo inicial de minha tese (ver a postagem do mês de novembro, neste site), apresento o subcapítulo em que trato da distinção entre o escritor de ficção e o filósofo. Para tanto, talvez inusitadamente, Heidegger e … Continuar lendo

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