Arquivo do mês: dezembro 2008

O belo na arte

A incrível e meritória (?) arte de escrever sobre o que não se sabe: eis o que é a filosofia. Uma tentativa de estabelecer o necessário, o almejado e tão-somente necessário, como possibilidade de comprovação de verdades, que não são … Continuar lendo

Publicado em Arte, Estética, Filosofia | Marcado com , , , | Deixe um comentário

Da essência dos parafusos

O mundo eminentemente prático e a produção de objetos que atendem àquilo que é materialmente necessário à sobrevivência da humanidade fizeram-me pensar na felicidade de um grande fabricante de parafusos. Não chego a ter certeza, mas presumo que mesmo o … Continuar lendo

Publicado em Reificação, Sociedade brasileira, Sociedade gaúcha | Marcado com , , , | Deixe um comentário

Patacoadas de uma república de bananas

  Chamemos a atenção, em primeiro lugar, para a primeira palavra do título deste artiguinho. “Patacoada” é coisa de patacos, de indivíduos idiotas, estúpidos, parvos. Em segundo lugar, tem-se a expressão “república de bananas”,  que aqui não faz menção às … Continuar lendo

Publicado em Política, Sociedade brasileira | Marcado com , , | Deixe um comentário

Outra pequeníssima tradução de Melville

[Original] Etymology (supplied by a late consumptive usher to a grammar school) The pale Usher – threadbare in coat, heart, body, and brain; I see him now. He was ever dusting his old lexicons and grammars (…). He loved to … Continuar lendo

Publicado em Tradução | Marcado com , , | Deixe um comentário

Sobre abelhas e homens

  Um famoso pensador ocidental certa vez ousou comparar abelhas e homens por aquilo que ambos fazem ao construir suas casas (ou favos). A diferença, dizia-nos o astuto pensador, era a de que mesmo o pior dos arquitetos humanos (ao contrário … Continuar lendo

Publicado em Filosofia, Marxismo, Política, Sociedade instrumentalizada, Tempo | Marcado com , , | 3 Comentários

Antes e depois, sempre

É claro que sabemos tudo sobre o depois, e nada sobre o antes. Ali, no nada sobre o antes, construímos nossa filosofia. A consciência é dependente do tempo; o tempo, da consciência. Antes do homem, o que havia? E depois, o … Continuar lendo

Publicado em Filosofia | Marcado com , | Deixe um comentário

Uma tradução de Melville

Da série “Traduções prazerosas”: Trecho de carta de Melville a Hawthorne. O texto é de 1851. Em primeiro plano, o original (em preto) e, logo abaixo, minha tradução (em azul). A seguir, na cor verde e em frases numeradas, um comentário informal das escolhas formais … Continuar lendo

Publicado em Tradução | Marcado com , , , | 4 Comentários