Ratzinger e a má-fé de Sartre

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Estar condenado à liberdade. Esse era o argumento sartriano para a condição humana. Segundo o mesmo autor, é quando recusamos nossa condenação à liberdade que agimos de má-fé. O apelo à religião é, sem dúvida, má-fé de primeira linha. Invariavelmente, abdicamos da liberdade para ficar sob o manto de alguma instituição. A dependência inautêntica a que boa parcela do Ocidente se submete, fingindo, de tempos em tempos, acreditar que os papas foram ungidos pelo Espírito Santo é um verdadeiro acinte a quem faz uso do cérebro para funções outras que não as da mera fisiologia. O cardeal Ratzinger é pura expressão absurda e falsa de um mundo caduco, tanto quanto é contraditória a brancura de seu pálio em relação ao pretume de sua roupa íntima (como demonstra a foto acima).

Texto escrito em 23/4/2005
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